Um dos grandes propósitos desta viagem tornou-se para todos, logo no primeiro dia, explorar a gastronomia local. Devo dizer que tudo o que comi, o que conseguia ou não identificar, o que parecia estranho ou apenas normal... absolutamente tudo o que se comeu foi divinal. Adorei cada trinca e cada golo, e acho que neste aspecto posso falar por todos os meus colegas de viagem. Comíamos imenso, a toda a hora e os guias eram mais utilizados quando se aproximava a hora da refeição.
No primeiro jantar de todos decidimos experimentar várias coisas novas, como os noodles, os famosos noddles, e também as famosas rãs fritas. Se não pensarmos muito sobre o assunto e se não tentarmos identificar as partes do corpo, a refeição torna-se agradável. Sim devo admitir é bom.
Mas bom bom, foi mesmo a refeição de COBRA. Sim cobra (servida no prato que se vê em cima).
Na primeira noite passada no Delta do Mekong, o nosso guia (Jonh Wayne) indicou-nos uma tasca onde, segundo ele, se comem as melhores cobras do país. Pedimos cobra com gengibre e caril de cobra. Adorei os dois pratos, estavam verdadeiramente deliciosos. E a sensação?? ora... a carne de cobra parece frango, mas é mais elástica, menos seca, mais suave e mais saborosa. Muito bom mesmo.
O estranho mesmo foi depois do jantar beber o licor de cobra... isso é que já não é tão agradável e ninguém ficou com vontade de repetir a dose. Na foto vê-se o Baltazar, que foi sempre o provador oficial da viagem, a experimentar e a tentar não fazer uma cara muito má...
A cobra essa está morta, enrolada e conservada dentro do licor no frasco gigante que está em cima do balcão do restaurante.